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Então Será Tarde Demais
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"Bem Aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressureição" 

 Apocalipse 20:6

 

Certa mulher era conhecida por sua piedade. No decorrer da enfermidade que provocou a sua morte, falava da firme segurança que possuía: de em breve estar com Jesus e para sempre no repouso celestial.

Alguém que a conhecia bem se atreveu a comentar o seguinte com o filho dessa cristã. "Quando eu morrer, quero ser enterrado ao lado de sua mãe, e, quando Deus vier buscá-la, veremos se Ele a levará e me deixará." E ria de seu ímpio gracejo.

Tal homem morreu primeiro que a fiel mulher, em 1949, e foi sepultado no cemitério da aldeia.

A mulher faleceu pouco depois, em 1950, e, por incrível que pareça, as duas sepultaras são vizinhas.

Quando o Senhor Jesus vier buscar os Seus, ela sairá "para a ressureição da vida" - João 5:29 - e irá ao encontro de seu Salvador, pois creu nEle. Se o escarnecedor morreu ainda recusando a graça que lhe foi oferecida, não verá essa ressureição, mas será deixado em espera para a ressureição seguinte, a que é para juízo - João 5:29.

As escrituras nos dizem claramente o que ocorrerá na vinda do Senhor. Na passagem de I Tessalonicenses 4: 16.17 (que você devia ler imediatamente), trata-se apenas de cristãos verdadeiros, seja os que já morreram como cristãos, seja os que ainda estão com vida. Estes últimos serão transformados e os que já morreram, ressuscitados. Os que hoje recusam a salvação de Deus permanecerão na sepultura e, quando ressuscitarem, será para comparecer diante do grande Trono Branco e ouvir a sentença final: "E, se alguém não foi achado inscrito no livro da vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo" - Apocalipse 20:15.

"...que te importa? Quanto a ti, segue-me" - João 21:22

O Senhor Jesus tinha acabado de dizer a Pedro que ele viveria até se tornar um idoso e então morreria a morte de um mártir. Pedro imediatamente olhou para João e perguntou em voz alta se João receberia um tratamento melhor. A resposta do Senho foi: "...que te importa? Quanto a ti, segue-me".

Lembrando da atitude de Pedro, Dag Hammarskjold escreveu: "Apesar de tudo, sua amargura, porque os outros estão desfrutando do que lhe foi negado, está sempre pronta para explodir. Na melhor das hipóteses, ela fica dormindo por uns poucos dias ensolarados. Ainda assim, mesmo neste nível indescritivelmente miserável, ela ainda é uma expressão da verdadeira amargura da morte - o fato de que aos outros é permitido continuarem vivendo".

Se levássemos a sério as palavras do Senhor, elas resolveriam muitos problemas entre o povo cristão.

É tão fácil ficarmos ressentidos quando vemos outros prosperarem mais que nós. O Senhor permite que eles tenham uma casa nova, um carro novo, um chalé perto do lago.

Outros, a quem talvez consideremos como menos devotos que nós, têm boa saúde enquanto lutamos contra duas ou três doenças crônicas.

A família ao lado tem filhos lindos que se sobressaem em esportes e no meio acadêmico. Nossos filhos são normais, do tipo mais comum.

Vemos outros crentes fazendo coisas que não temos a liberdade de fazer. Mesmo que essas coisas não sejam pecados, ficamos ressentidos com sua liberdade.

É triste dizer, mas há certa inveja profissional entre obreiros cristãos. Um dos pregadores fica ofendido porque o outro é mais popular, tem mais amigos, fica na luz do holofote. Ou outro fica irritado porque seus colegas usam métodos que ele não aprova.

As palavras do Senhor atingem todas estas atitudes indignas com força surpreendente:"...que te importa? Quanto a ti, segue-me". Como o Senhor lida com outros cristãos realmente não é da nossa conta. Nossa responsabilidade é segui-Lo em qualquer que seja o caminho que Ele escolheu para nós.

Estraído do Devocional Luz Para o Caminho - William MacDonald