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Manifestação da Vida da Igreja
Manifestação da Vida da Igreja

O NT ensina que todos os cristãos devem usar seus dons como sacerdotes para edificação mútua quando se reúnem, e vemos isso com clareza em I Co 14:26 - “Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação.”, e se lermos atentamente, os versículos a seguir confirmaremos isso de diferentes aspectos: Rm. 12:3 a 6 – “Porque pela graça que me é dada, digo a cada um dentre vós que não pense de si mesmo além do que convém; antes, pense com moderação, conforme a medida da fé que Deus repartiu a cada um. Porque assim como em um corpo temos muitos membros, e nem todos os membros têm a mesma operação, assim nós, que somos muitos, somos um só corpo em Cristo, mas individualmente somos membros uns dos outros. De modo que, tendo diferentes dons, segundo a graça que nos é dada, se é profecia, seja ela segundo a medida da fé;”, I Cor. 12:7 – “Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um, para o que for útil.”, Ef 4:7 – “Mas a graça foi dada a cada um de nós segundo a medida do dom de Cristo.”,

Hb 10:24, 25 – “E consideremo-nos uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e as boas obras, Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia.”, Hb13:15, 16 – “Portanto, ofereçamos sempre por ele a Deus sacrifício de louvor, isto é, o fruto dos lábios que confessam o seu nome. E não vos esqueçais da beneficência e comunicação, porque com tais sacrifícios Deus se agrada.”, I Pe 2:5, 9 – “Vós também, como pedras vivas, sois edificados casa espiritual e sacerdócio santo, para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo. Por isso também na Escritura se contém: Eis que ponho em Sião a pedra principal da esquina, eleita e preciosa; E quem nela crer não será confundido. E assim para vós, os que credes, é preciosa, mas, para os rebeldes, a pedra que os edificadores reprovaram, essa foi a principal da esquina, e uma pedra de tropeço e rocha de escândalo,  mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz”.

O propósito da igreja do século I não era o evangelismo, o sermão, o louvor ou a comunhão. Era bem mais do que tudo isso, era a edificação mútua através da manifestação de Cristo coletivamente, assim expressavam a adoração. Através de comunhão, de edificação pessoas eram atingidas pelo evangelho, além do que o ministério do evangelismo era individual e continuo, ou seja, cada irmão dava testemunho do Senhor em seu dia a dia e nos locais públicos, como exemplo podemos encontrar nas escrituras Sagradas evangelismo na sinagoga, nas prisões, diante dos reis, etc. Como podemos fazer isso, se somos inclinados a não participar, a esperar sempre de outro, se não nos aplicamos ao estudo e a meditação, se não temos vida de oração, ou seja, meu amado irmão, os textos que acabamos de ver anteriormente só podem causar efeito se cada um de nós, membros do corpo de Cristo, fizermos a nossa parte.

Em contraste com a pregação da maioria dos cristãos hoje, o ensinamento do estilo neotestamentário equipa a igreja para que funcione sem a presença do clero, é isso é doloroso para as grandes religiões, por isso a maioria nega essa verdade.

Devemos fazer conferências semanais em nosso meio, onde todos devem ter liberdade de perguntar e falar, precisamos recordar que as irmãs, não devem ensinar na reunião de Igreja apenas, ou seja, quando nos reunimos para aprender, seja em casa, seja em um salão, e salão não é igreja por mais que tenhamos o costume de chamar o local de reunião erroneamente de igreja, num sábado a noite, ou numa sexta feira, ou até no domingo a noite, após a nossa reunião de A Igreja, o que muitos chamam de discipulado, ou outro nome que queira dar, temos que ter consciência da liberdade de fazer perguntas e obter respostas. Pois é nesse momento que temos a maior facilidade de aprender e ensinar. Devemos deixar nossas mascaras espirituais e reconhecer que precisamos aprender juntos, uns com os outros. Vamos abrir mão de nosso orgulho.

A “Igreja” está tão ligada à idéia de igreja enquanto edifício que nós inconscientemente, assim denominamos as duas, seja a A Igreja de fato, ou o local de reunião, na maioria das vezes um edifício separado para essa finalidade, sendo assim tão comum ouvirmos em nosso cotidiano, frases como as que podemos ler a seguir:

“Você viu a igreja nova que os irmãos construíram?”, "Que igreja bonita aquela da rua tal”, "Essa é a maior igreja que já vi”, "Nossa igreja é bem pequena. Precisamos ampliar o salão”, "Faz frio na igreja hoje; os bancos estão me congelando”, “podemos ir à igreja hoje?”, "Fomos à igreja durante quase todos os domingos do ano”.

E não pense que para por aqui, vejamos alguns outros exemplos:

"Não é maravilhoso estar na casa de Deus hoje?", "Necessitamos ser reverentes quando entramos no santuário do Senhor”, “Menino, fique quieto, estamos na igreja”, “Tire esse sorriso da boca, a casa do Senhor é um lugar sério”, “ você está na igreja! Precisamos nos comportar na casa do Senhor!”

É de fato assim que agimos, naturalmente designamos o local de reunião com a palavra igreja e isso contribuiu em muito em perdermos a verdadeira prática da vida de A Igreja. Ah, como isso está nos prejudicando nos dias de hoje, que confusão em meio aos cristãos que não sabem mais nada a respeito dessa verdade.

Infelizmente essa é a nossa realidade, estamos de mal a pior, precisamos entender em nosso coração a verdade sobre a Igreja e entendermos que somos um testemunho da verdade da A Igreja e não que nós somos A Igreja. Pois se intitular uma A Igreja é um erro crucial e chegamos a ser uma seita, pois para um local ser A Igreja de determinado lugar, todos os salvos, e quando digo todos, estou incluindo todos, inclusive aqueles que ao nosso ver não são cristãos salvos devem estar ligados ali, e isso nos dias de hoje podemos dizer que é quase impossível, a não ser em uma localidade realmente pequena, onde todos os salvos entenderam de fato a verdade do único pão. E vivem em comunhão prática à mesa do Senhor uns com os outros.

Para dizer sem rodeios, nenhum destes pensamentos de hoje tem qualquer coisa a ver com o cristianismo do NT. Melhor dizendo, eles refletem o pensamento de outras religiões principalmente o judaísmo e o paganismo, de onde nasceu à denominação mãe de todas as outras.

Fica aqui meu alerta caro leitor, antes de freqüentar uma religião, é melhor buscar a vontade de Deus para encontrar a verdade de A Igreja nos dias de hoje.

Mais informações, estamos prontos a ajudar.

"...que te importa? Quanto a ti, segue-me" - João 21:22

O Senhor Jesus tinha acabado de dizer a Pedro que ele viveria até se tornar um idoso e então morreria a morte de um mártir. Pedro imediatamente olhou para João e perguntou em voz alta se João receberia um tratamento melhor. A resposta do Senho foi: "...que te importa? Quanto a ti, segue-me".

Lembrando da atitude de Pedro, Dag Hammarskjold escreveu: "Apesar de tudo, sua amargura, porque os outros estão desfrutando do que lhe foi negado, está sempre pronta para explodir. Na melhor das hipóteses, ela fica dormindo por uns poucos dias ensolarados. Ainda assim, mesmo neste nível indescritivelmente miserável, ela ainda é uma expressão da verdadeira amargura da morte - o fato de que aos outros é permitido continuarem vivendo".

Se levássemos a sério as palavras do Senhor, elas resolveriam muitos problemas entre o povo cristão.

É tão fácil ficarmos ressentidos quando vemos outros prosperarem mais que nós. O Senhor permite que eles tenham uma casa nova, um carro novo, um chalé perto do lago.

Outros, a quem talvez consideremos como menos devotos que nós, têm boa saúde enquanto lutamos contra duas ou três doenças crônicas.

A família ao lado tem filhos lindos que se sobressaem em esportes e no meio acadêmico. Nossos filhos são normais, do tipo mais comum.

Vemos outros crentes fazendo coisas que não temos a liberdade de fazer. Mesmo que essas coisas não sejam pecados, ficamos ressentidos com sua liberdade.

É triste dizer, mas há certa inveja profissional entre obreiros cristãos. Um dos pregadores fica ofendido porque o outro é mais popular, tem mais amigos, fica na luz do holofote. Ou outro fica irritado porque seus colegas usam métodos que ele não aprova.

As palavras do Senhor atingem todas estas atitudes indignas com força surpreendente:"...que te importa? Quanto a ti, segue-me". Como o Senhor lida com outros cristãos realmente não é da nossa conta. Nossa responsabilidade é segui-Lo em qualquer que seja o caminho que Ele escolheu para nós.

Estraído do Devocional Luz Para o Caminho - William MacDonald